O José Diogo Quintela a analisar certeiramente os esquemas inventados pela Câmara para (não) devolver a taxa de protecção civil. Mandem mas é os cheques, naturalmente com juros incluídos, pelo correio. Se conseguiram usar os CTT para notificar os proprietários de Lisboa, também os conseguem usar para lhes devolver o dinheiro abusivamente cobrado.
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quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
quarta-feira, 6 de setembro de 2017
A obstinação da Câmara Municipal de Lisboa.
Uma boa notícia esta de que, depois do acordão do Tribunal Constitucional, a taxa de protecção civil, um verdadeiro imposto encapotado que alguns municípios lançaram abusivamente sobre os seus munícipes começa a cair por todo o país. Só Lisboa obstinadamente pretende continuar a cobrar esta taxa ilegal por serviços que não presta. Aliás em Lisboa o abuso foi de tal ordem que a taxa foi criada em 31 de Dezembro de 2014, mas o ano de 2014 foi integralmente cobrado aos lisboetas. Que esperam os outros candidatos à Câmara de Lisboa para confrontar Medina com este verdadeiro escândalo? É altura de se saber quem está a favor dos cidadãos de Lisboa e quem vai para a Câmara apenas para lhes cobrar abusivamente dinheiro que não devem em taxas ilegalmente criadas.
quarta-feira, 3 de maio de 2017
Alguém explica isto?
Em Julho de 2013 era anunciado com pompa e circunstância um acordo entre a Câmara de Lisboa, representada por António Costa, e o Ministério da Justiça, representado por Paula Teixeira da Cruz, pelo qual o Tribunal da Boa Hora regressava ao Ministério da Justiça para instalar o Centro de Estudos Judiciários, o Museu do Judiciário e o Instituto dos Registos e do Notariado.
Passaram apenas quatro anos e hoje é inaugurada pela Câmara Municipal de Lisboa a Escola Básica Maria Barroso no mesmo edifício, sem nenhuma explicação do que aconteceu. O negócio foi revertido? Alguém pagou alguma coisa pela reversão? Não há dúvida de que estas ligações entre a Câmara Municipal de Lisboa e o Estado continuam um mimo.
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