sábado, 30 de maio de 2015
O descrédito do processo de Bolonha.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Uma vergonha.
domingo, 12 de dezembro de 2010
O Parlamento Irlandês
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
A situação do Vice-Procurador Geral da República III
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Os insultos no Parlamento.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
O debate quinzenal no Parlamento.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
O Bloco de Esquerda com maioria parlamentar.
Conforme se pode ler aqui, e aqui, assistimos ontem à constituição de uma nova maioria parlamentar: o grande Bloco de Esquerda. Essa maioria integra o PS, dividido entre as versões Sócrates e Alegre, o PCP e o PEV. Mas a verdadeira vanguarda da maioria é composta pelo Bloco de Esquerda no seu sentido tradicional, obedecendo escrupulosamente todos os partidos da maioria parlamentar ao seu líder, Francisco Louçã, aprovando de cruz as suas propostas legislativas, por mais questionáveis que estas se apresentem. O Governo, por seu lado, também já se assumiu como emanação desta nova maioria, limitando-se o Conselho de Ministros a replicar no Governo as propostas que o novo líder apresenta no Parlamento.
Temos aqui uma amostra do que vai acontecer em Portugal se os partidos de esquerda ganharem as próximas eleições legislativas. Não me parece, no entanto, que seja com este tipo de respostas que o PSD pode impedir esse resultado.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
O estatuto dos Açores.
sábado, 29 de novembro de 2008
O inquérito parlamentar ao BPN
domingo, 13 de janeiro de 2008
Exija-se respeito pelo Parlamento.
É absolutamente espantosa a desconsideração que o Governador do Banco de Portugal demonstra pelo Parlamento quando aceita apenas deslocar-se lá para ser ouvido no dia 24 de Janeiro, várias semanas depois de ter sido convocado. Alguém acredita que o Governador do Banco de Portugal invocaria os mesmos pretextos de razões de agenda e necessidade de preparação, caso tivesse sido convocado pelo Presidente da República ou pelo Primeiro-Ministro? Ora, é manifesto que a Assembleia da República é um órgão de soberania com a mesma importância constitucional, pelo que deve ser igualmente respeitada pelos titulares de altos cargos públicos. Eu, se fosse jornalista, perguntaria ao Presidente da Assembleia da República o que pensa disto.