


Quando estive em S. Tomé, em 1986, ainda pude assistir ao funcionamento da Roça Rio de Ouro então já nacionalizada com o nome de Agostinho Neto. Hoje, a roça está encerrada mas conserva, no silêncio das pedras, a memória de um sistema económico assente na exploração dos "contratados". Especialmente impressionante é olhar o hospital ao fundo, símbolo da mortandade que afectava os trabalhadores destas roças.