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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Novamente as praxes.

Todos os anos é isto. Desta vez conseguiu-se por pouco evitar uma tragédia, mas nunca se sabe quando é que este tipo de situações voltará a ter consequências dramáticas. Até quando as instituições universitárias vão continuar a permitir que os seus estudantes se dediquem a praxes abusivas, submetendo os caloiros que deveriam proteger a riscos elevados, por vezes com resultados trágicos para os próprios e para as suas famílias?

quinta-feira, 8 de maio de 2014

A vergonha das praxes.


Se alguém ainda tem dúvidas sobre o verdadeiro atentado aos direitos humanos em que as praxes consistem, o melhor é ver este discurso elaborado por uma defensora das praxes, estudante da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Andam as Faculdades a procurar ensinar Direito aos estudantes para que os grupos de praxe afinal lhes ensinem isto. E os nossos governantes continuam sem tomar nenhuma medida sobre o assunto? Ou estarão à espera de mais vítimas?

quinta-feira, 24 de abril de 2014

E as praxes continuam...

Era de esperar que, depois da tragédia do Meco, tivesse havido coragem para interditar definitivamente as praxes que colocam alunos em risco de vida. Os deputados limitaram-se, no entanto, a assobiar para o lado e temos agora nova tragédia, desta vez em Braga. Quantas mais mortes serão necessárias para que os deputados percebam que este é um assunto a requerer urgente intervenção legislativa?

terça-feira, 29 de setembro de 2009

O aviso do Ministro sobre as praxes nas Universidades

Tenho muitas divergências em relação à política realizada por Mariano Gago no Ministério do Ensino Superior. Há, no entanto, um ponto em que me parece que o Ministro merece um absoluto louvor: é que foi até agora o primeiro responsável pelo ensino superior a não pactuar com os abusos que têm sido cometidos sob a capa de "praxes académicas". Até agora, a tradição académica tem servido de pretexto para actos de humilhação, coacção e importunação de vítimas inocentes, em certos casos com consequências trágicas. E isto ocorria com o complacente silêncio das instituições do ensino superior que permitiam que actos desta gravidade fossem livremente praticados dentro dos seus muros. É por isso de aplaudir a intenção do Ministro de responsabilizar, quer as instituições universitárias, quer as associações académicas, por esses actos aviltantes para uma comunidade académica digna desse nome. Os tribunais portugueses já têm vindo, aliás, a tomar decisões exemplares sobre a responsabilidade das instituições neste domínio.