Na reunião internacional dos advogados da Interleges, de que o nosso escritório faz parte, desta vez em Madrid, com uma magnífica organização do nosso ilustre colega Segundo Ruiz. Houve tempo para uma deslocação a Toledo, apreciando a beleza desta cidade que conserva tão bem os seus traços medievais. Um exemplo a seguir.
sábado, 27 de maio de 2017
segunda-feira, 22 de maio de 2017
A ineficácia da previdência social.
Absolutamente revoltante a situação aqui descrita e que muitos de nós pessoalmente conhecerão. É inacreditável que uma pessoa que se dedicou uma vida inteira com brilhantismo à sua carreira, seja depois abandonado pelo Estado à sua sorte quando a doença o atinge. Bem dizia Nietzsche que o Estado é um monstro frio. Afinal de contas, as brutalidades que todos os meses descontamos para fins de previdência social servem para quê?
domingo, 7 de maio de 2017
António Pires de Lima (1936-2017).
Manifesto o meu profundo pesar pelo falecimento do Bastonário António Pires de Lima com quem tive o privilégio de trabalhar em algumas ocasiões. Era um homem frontal, que muito dignificou a Ordem no seu mandato, tendo simultaneamente uma inteligência viva e um humor extraordinário. A advocacia portuguesa fica mais pobre com a sua partida.
quarta-feira, 3 de maio de 2017
Alguém explica isto?
Em Julho de 2013 era anunciado com pompa e circunstância um acordo entre a Câmara de Lisboa, representada por António Costa, e o Ministério da Justiça, representado por Paula Teixeira da Cruz, pelo qual o Tribunal da Boa Hora regressava ao Ministério da Justiça para instalar o Centro de Estudos Judiciários, o Museu do Judiciário e o Instituto dos Registos e do Notariado.
Passaram apenas quatro anos e hoje é inaugurada pela Câmara Municipal de Lisboa a Escola Básica Maria Barroso no mesmo edifício, sem nenhuma explicação do que aconteceu. O negócio foi revertido? Alguém pagou alguma coisa pela reversão? Não há dúvida de que estas ligações entre a Câmara Municipal de Lisboa e o Estado continuam um mimo.
domingo, 23 de abril de 2017
A irresponsabilidade na política.
É extremamente curioso ver agora a arquitecta Helena Roseta a dizer que o mercado de arrendamento está "avariado" e que são necessárias medidas para o dinamizar. No Parlamento esta senhora deputada foi responsável por um grupo de trabalho que destruiu completamente a confiança neste mercado, fez disparar o valor das rendas, que já não sobem apenas em Lisboa, mas também na margem sul, e agora pede medidas para anular as consequências dos disparates que o seu grupo de trabalho aprovou. Pessoalmente, acho que a primeira medida que a senhora deputada poderia tomar para restaurar a confiança no mercado de arrendamento era pedir desculpa aos muitos milhares de portugueses que em consequência desta contra-reforma perderam a possibilidade de arrendar casa e depois renunciar ao seu mandato. Mas já sabemos que a responsabilidade é uma coisa que não existe na política portuguesa.
Assinar:
Postagens (Atom)
