quinta-feira, 13 de setembro de 2018

A taxa Robles (3).

Estarei no jornal das 11 da RTP3 e depois no Jornal da Tarde da RTP a comentar a proposta seguidista de Rio em relação à taxa Robles.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

A taxa Robles (2).

Pode ver-se aqui a minha análise na TVI sobre a taxa Robles que, por uma afinidade ideológica até agora desconhecida, tem mais apoios no PSD de Rio do que no próprio PS.

A taxa Robles.

Pode ver-se aqui a minha posição, em nome da Associação Lisbonense de Proprietários, sobre a taxa Robles que neste momento parece ser um nado morto. Mas a ver vamos. Até ao lavar dos cestos é vindima.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

A lei e a tradição.

Lembro-me de quando tinha 14 anos, ter assistido no meu liceu a um pai retirar uma colega da escola, por considerar que com essa idade, ela deveria preparar-se era para casar e não prosseguir os estudos. A decisão causou um choque enorme aos colegas, professores e direcção da escola, que tudo tentaram para impedir essa saída, mas não o conseguiram fazer. Depois disso, assistiu-se a tanta evolução das nossas leis que julguei que situações semelhantes tinham deixado de ser possíveis, ainda mais agora no séc. XXI. Mas, pelo vistos, ainda existem por aí concepções multiculturalistas, que acham que as tradições de certas comunidades devem prevalecer sobre a lei e a constituição. O que estamos a assistir é a uma gravíssima regressão nos nossos valores.

sábado, 1 de setembro de 2018

A proposta de Medina.

Na sua preocupação de assegurar semanalmente um espaço de propaganda a todos os dirigentes do PS, o Expresso decidiu, depois de António Costa, entrevistar agora Fernando Medina. E este aparece com uma proposta mirabolante de pôr a CML a fazer a intermediação no arrendamento a terceiros dos imóveis privados. Como tive ocasião de responder à TSF os privados não precisam de intermediários, precisam é de que o mercado de arrendamento funcione com regras claras, que não causem aos senhorios receio de arrendar os seus imóveis. Ora o que a geringonça tem feito, com as suas sucessivas intervenções legislativas, tem sido precisamente causar a desconfiança no mercado, levando ao disparar do preço das rendas e causando uma crise habitacional sem precedentes. Quanto à CML, esta é a maior proprietária de Lisboa, e senhoria de 25% da sua população, o que deve ser caso único no mundo. Se quer aumentar ainda mais a sua posição como senhoria, que utilize para o efeito os inúmeros imóveis seus que tem fechados, e não os dos proprietários privados. Estes, o que gostariam é de que o Estado deixasse o mercado de arrendamento funcionar, em lugar de adoptar medidas que só o prejudicam.