quinta-feira, 8 de maio de 2014

A vergonha das praxes.


Se alguém ainda tem dúvidas sobre o verdadeiro atentado aos direitos humanos em que as praxes consistem, o melhor é ver este discurso elaborado por uma defensora das praxes, estudante da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Andam as Faculdades a procurar ensinar Direito aos estudantes para que os grupos de praxe afinal lhes ensinem isto. E os nossos governantes continuam sem tomar nenhuma medida sobre o assunto? Ou estarão à espera de mais vítimas?

terça-feira, 29 de abril de 2014

O desastre do mapa judiciário.

Com a suspensão decretada pelo Supremo Tribunal de Justiça às nomeações de juízes presidentes, a reforma do mapa judiciário vai seguramente converter-se num desastre de proporções inimagináveis, cujos resultados os cidadãos irão sofrer durante muitos anos. Até quando se continuarão neste país a lançar reformas à pressão, sem as mínimas condições de implementação no terreno?

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Cooperação jurídica.

Leio aqui que a Ministra da Justiça acha que a recomendação do Conselho Superior da Magistratura aos Tribunais para que não marquem julgamentos a partir de 31 de Agosto é um sinal da cooperação entre o Ministério e o Conselho Superior da Magistratura. Por esse critério, quando encerrarem definitivamente todos os tribunais do país, a cooperação será total e absoluta. Com os atrasos nos processos que esta abstenção de julgamentos vai causar, é que parece que ninguém se importa.

E as praxes continuam...

Era de esperar que, depois da tragédia do Meco, tivesse havido coragem para interditar definitivamente as praxes que colocam alunos em risco de vida. Os deputados limitaram-se, no entanto, a assobiar para o lado e temos agora nova tragédia, desta vez em Braga. Quantas mais mortes serão necessárias para que os deputados percebam que este é um assunto a requerer urgente intervenção legislativa?

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Os resultados do mapa judiciário.

Além das gravíssimas consequências que o mapa judiciário representa para os profissionais do foro e para as populações envolvidas, era por demais evidente que a forma atabalhoada como foi lançado só poderia ter graves consequências. Aqui está a prova. Durante mais quanto tempo vamos continuar a permitir no sector da justiça o sucessivo lançamento à pressão de reformas cada vez mais mal preparadas?