Como aqui se noticia, estarei na próxima sexta-feira, dia 16 de Outubro, no Funchal, a convite do Conselho Regional da Madeira, para proferir uma conferência sobre a dação em pagamento nas execuções hipotecárias.
terça-feira, 13 de outubro de 2015
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Novamente as praxes.
Todos os anos é isto. Desta vez conseguiu-se por pouco evitar uma tragédia, mas nunca se sabe quando é que este tipo de situações voltará a ter consequências dramáticas. Até quando as instituições universitárias vão continuar a permitir que os seus estudantes se dediquem a praxes abusivas, submetendo os caloiros que deveriam proteger a riscos elevados, por vezes com resultados trágicos para os próprios e para as suas famílias?
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Cadáver adiado bem vivo.
Neste artigo, Vital Moreira insurge-se contra o facto de o distrito, que constitui uma divisão administrativa que a própria constituição manda abandonar, continuar a servir de referência à divisão do país em círculos eleitorais. Esquece-se, porém, de que a divisão distrital passou hoje em dia a servir de base ao novo mapa judiciário, uma vez que as novas comarcas passaram a corresponder aos antigos distritos, abandonando a sua ligação aos municípios. É por isso um pouco cedo para decretar a morte dos distritos. Eles continuam bem vivos.
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
Um triste balanço.
Esta reportagem de hoje no Público é arrasadora em termos de balanço da reforma da organização judiciária. Passado um ano, o que temos são tribunais ao abandono, secções de proximidade a realizar dois julgamentos por mês, e nem sequer se conseguiu uma coisa elementar que é explicar como foi possível fazer colapsar totalmente o sistema informático dos tribunais. Neste país a culpa morre sempre solteira, e hão-de sempre existir os iluminados do costume a proclamar que há que seguir em frente, mesmo depois de terem instalado o caos total à sua volta. Triste sina a do sector da justiça em Portugal.
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Os absurdos de Bolonha.
Sempre fui contra a redução das licenciaturas, como foi imposto pelo modelo de Bolonha, uma vez que sempre considerei os 5 anos como o tempo lectivo adequado para uma licenciatura. Pelos vistos as próprias universidades estão a chegar à mesma conclusão, tanto assim que agora propõem que o aluno continuar a estudar 5 anos, mas antes para fazer duas licenciaturas. A próxima inovação devem ser os licenciados em tudologia, capazes de exercer todas as profissões e mais algumas. Não sei quem foi que disse que levar dois pelo preço de um só é bom negócio quando alguém precisa de dois elefantes e só tem dinheiro para comprar um.
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